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2016 |
Os Grandes Dilemas das Aquisições de Defesa: As Compras e as Aquisições, o Cliente e o Combatente; e Terceirização do Projeto e do Desenvolvimento Proceedings Article Amaro, Lucio Pinheiro; Urbina, Lígia Maria Soto; Damiani, José Henrique Souza; Chagas, Milton Freitas Resumo | Links | BibTeX | Tags: Aquisições de Defesa, Identificação do @inproceedings{Lucio2016Aquisi\c{c}\~{o}esb, A evolução tecnológica ocorrida nos últimos 50 anos apresentou um processo de inovação tecnológica muito acelerada, que impôs a necessidade de adquirir, desenvolver ou atualizar, entre outros, os sistemas militares utilizando as tecnologias mais modernas. No Brasil, as Aquisições de Defesa inserem-se num amplo processo para estabelecimento de capacidade operacional das Forças Armadas (FA), com o objetivo de prover principalmente o atendimento das necessidades materiais de defesa. Dentre esses se destacam a aquisição direta de produtos já desenvolvidos, com as adequações técnicas às necessidades operacionais das Forças Armadas (FA), a contratação de desenvolvimento de um produto novo e a contratação de modernização ou atualização de sistemas. Embora relevante e importante para o sucesso ou o resultado do emprego das FA as aquisições sofrem de uma generalização imprópria no estabelecimento de conceitos vitais para o entendimento e continuidade de aplicação eficiente. O presente artigo formula preceitos importantes sobre o tema, inferindo através da pesquisa, sobre as diferenças entre as compras e as aquisições, o cliente desse arcabouço, muitas vezes pouco observado e atendido, e ainda sobre aspectos sobre a terceirização. Concluindo sobre o papel importante dessas dicotomias e garantindo o fluxo de conhecimento, e seu esclarecimento, como questão chave, para que o Brasil formule um projeto de potência que venha a se concretizar. |